No primeiro momento, a sabedoria.
Depois de me aconselhar a não fotografar do outro lado da Lagoa do Abaeté "por causa dos malandros", o foragido da aldeia hippie fez o pedido: "Pode me emprestar cinco reais pra eu voltar pra Arembepe?" (Emprestar? Pra ele pagar quando mesmo?)

Em seguida, o susto.
O coco quase caiu na minha cabeça, mas acho que o objetivo era mesmo chamar minha atenção. "Faz uma foto minha aê, peixe". Fiz e publiquei.

Logo depois, a inveja. Segunda-feira, 10 horas da manhã, e o cara fazendo arte com o corpo, ao lado da filha, na sombra de uma árvore à beira do Abeté. Ôoh, inveja!
E por fim, a saudade. Porque não tem fase melhor na vida que a infância.
2 comentários:
A que eu mais gostei foi a foto do homem com a filhinha do lado.
Bjs; Fau.
Lindas! Adorei as criancinhas e o sorriso singular da menininha de cabeça pra baixo! Como está vc? Quero notícias! Bjs!
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